DOCLISBOA REGRESSA PARA MAIS UMA EDIÇÃO

21/09/2017
A 15.ª edição do Doclisboa decorre de 19 a 29 de outubro, com 231 filmes no programa, onde se incluem 44 obras portuguesas.

O Doclisboa 2017 arranca a 19 de outubro com a estreia mundial de RAMIRO, filme português de Manuel Mozos, produzido pela O Som e a Fúria, e termina, a 29 de outubro, com a estreia de ERA UMA VEZ BRASÍLIA, de Adirley Queirós, uma coprodução luso-brasileira.

Além das sessões de abertura e de encerramento, os 10 dias de festival são preenchidos pelas secções Competição Internacional, Competição Nacional, Riscos, Da Terra à Lua, Heart Beat, Cinema de Urgência, Verdes Anos, Doc Alliance, e Passagens.

Existem ainda diversas atividades paralelas a compor o programa como o Arché, os Encontros (com conversas, mesas redondas, laboratórios, entre outros) e ainda a sessão VICE, diversas sessões integradas no Projeto Educativo do Festival (como o Docescolas e o Docs 4 Kids) e as festas Doc Beat.

O festival integra diversos segmentos competitivos, com mais de uma dezena de prémios a serem atribuídos. Na Competição Internacional as obras concorrem para o Grande Prémio Cidade de Lisboa (para melhor filme na competição internacional) e para o Prémio SPA do Juri. A Competição Transversal inclui o Prémio Público (para melhor curta metragem transversal nas Competições e na secção Riscos), o Prémio do público – Prémio RTP (para o melhor filme português em Competição, Riscos, Heart Beat e Da Terra à Lua) e o Prémio Revelação Canais TVCine (para melhor primeira obra). Na competição portuguesa existem três prémios: Prémio Ingreme/FCSH, Prémio Kino Sound Studio, Prémio Escolas ETIC, Prémio Fundação INATEL Prática, Tradição e Património. A secção Verdes anos prevê a atribuição do Prémio FAMU para melhor filme, do Prémio especial do júri Verdes Anos Walla Collective e Prémio Melhor Realizador Doc’s Kingdom. Os Prémios Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas e Walla Collective são atribuídos na secção ARCHÉ.

Na Competição Internacional, constam 18 filmes, entre os quais se encontram as obras portuguesas MILLA, de Valérie Massadian (uma coprodução franco-portuguesa) e SPELL REEL, de Filipa César (coprodução entre Alemanha, Portugal, França e Guiné-Bissau).

Já na Competição Portuguesa, estão presentes 11 filmes, nomeadamente:

À TARDE
, de Pedro Florêncio (Portugal)
ANTÓNIO E CATARINA, de Cristina Hanes (Portugal)
BARULHO, ECLIPSE, de Ico Costa (Portugal)
DIÁRIO DAS BEIRAS, de Anabela Moreira e João Canijo (Portugal)
DOM FRADIQUE, de Nathalie Mansoux (Portugal, França)
ESPADIM, de Diogo Pereira (Portugal, Bósnia e Herzegovina)
FORETES, de Margaux Gauby (Bélgica, Portugal)
I DON’T BELONG HERE, de Paulo Abreu (Portugal)
NOTAS DE CAMPO, de Catarina Botelho (Portugal)
O CANTO DO OSSOBÓ, de Silas Tiny (Portugal)
VIRA CHUDNENKO, de Inês Oliveira (Portugal)

Nas secções não-competitivas, destaca-se um segmento retrospetivo integral da obra de VĚRA CHYTILOVÁ, realizadora checa e figura principal do movimento Nova Vaga checoslovaco, estando também programada a retrospetiva "Uma outra América - O singular do cinema Quebec”, onde se explora o documentário, ficção, manifesto e ensaio, dentro de uma cultura que procura a afirmação da sua identidade.

Traduzindo esta edição em números, o Doclisboa 2017 vai somar mais de 20 mil minutos de cinema, com 231 filmes de 44 países, dos quais 52 em estreia mundial, 13 em estreia internacional, 4 em estreia europeia e 14 primeiras obras.

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